Ideias para adiar o fim do mundo
· dir.
Sessões com intérprete de Libras: 25 de setembro e 3 de outubro de 2026
Espetáculo protagonizado por Yumo Apurinã articula memória, ancestralidade e urgências contemporâneas e provoca reflexões sobre crise climática, territórios e direitos dos povos originários
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Sobre a peça
Com direção de João Bernardo Caldeira e atuação de Yumo Apurinã, a montagem acompanha a trajetória de um homem indígena que busca reconstruir os vínculos com sua ancestralidade após ter sido evangelizado na infância. Em cena, o ator interpreta a si mesmo e conduz o público por uma jornada que entrelaça memória pessoal e questões que atravessam os povos indígenas no Brasil. “Somos mesmo uma humanidade?”, essa é a pergunta que Apurinã faz no palco. O ator interpreta a si mesmo, um homem do povo Apurinã que, evangelizado na infância, tenta reconstruir sua relação com a ancestralidade.
Elenco e ficha técnica
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Os ingressos são vendidos diretamente pelo teatro ou plataforma parceira.
R$ 10–20 · 75 min · 12
Venda também na bilheteria física da Caixa Cultural Curitiba
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